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MINICURSOS

DO SOM AO SENTIDO: A MÚSICA COMO MEDIADORA DA LINGUAGEM NA INFÂNCIA

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Apresenta uma proposta de formação continuada para professores da Educação Infantil, com foco no uso da música como instrumento pedagógico no desenvolvimento integral da criança. Fundamentado na Lei nº 11.769/2008 e nas orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o projeto reconhece a música como linguagem essencial para o desenvolvimento cognitivo, social, sensível e linguístico infantil. A proposta foi realizada no município de Lagoa Nova com a participação de professores da rede municipal, promovendo práticas pedagógicas que articulam som, movimento, escuta e expressão. O estudo destaca que muitos docentes não possuem formação específica em educação musical, o que dificulta a inserção da música de forma planejada e significativa no cotidiano escolar. A fundamentação teórica apoia-se em autores como Piaget, Vygotsky e Wallon, além de educadores musicais como Dalcroze, Orff e Kodály, valorizando experiências sensoriais e criativas no processo de aprendizagem. A metodologia incluiu vivências rítmicas, jogos musicais, exploração sonora e criação de histórias. Conclui-se que a música fortalece a oralidade, a criatividade, a escuta sensível e contribui para práticas pedagógicas mais humanizadas e significativas.

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: FUNDAMENTOS TEÓRICOS

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Propõe uma reflexão crítica sobre os processos históricos da educação brasileira, desde o período colonial até os desafios educacionais do século XXI. A atividade busca discutir as diferentes formas de organização da transmissão cultural e compreender as transformações e permanências presentes na educação ao longo da história. Fundamentado em abordagens historiográficas, o minicurso destaca a relação entre educação, sociedade, política, economia e cultura, analisando o papel da escola e das políticas públicas na formação da sociedade brasileira. A proposta metodológica é baseada em uma perspectiva dialógica, teórico-conceitual e interpretativa, incentivando debates sobre temas ligados à História da Educação e à formação docente. Entre os conteúdos abordados estão conceitos de História, historiografia, memória, constituição do sistema educacional brasileiro e os desafios contemporâneos da educação nacional. O texto enfatiza a importância da compreensão histórica para interpretar os problemas educacionais atuais e contribuir para práticas pedagógicas mais críticas e contextualizadas. Além disso, ressalta a relevância da pesquisa em História da Educação para a formação de professores conscientes de seu papel social e histórico. Assim, o minicurso contribui para ampliar o debate sobre educação, cidadania e formação humana no Brasil.

A PRECESSÃO DOS SIMULACROS E A CAPTURA DO IMAGINÁRIO: REDES SOCIAIS, GOZO E CRISE DA FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

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A Apresentação intitulada: A precessão dos simulacros e a captura do imaginário: redes sociais, gozo e a crise da formação na educação contemporânea analisa criticamente os impactos das redes sociais sobre os processos formativos na educação atual, articulando as contribuições teóricas de Jean Baudrillard, Guy Debord, Jacques Lacan, Sigmund Freud e Byung-Chul Han. Partindo da noção baudrillardiana de “precessão dos simulacros”, argumenta-se que as redes sociais substituem o encontro com o real por circuitos de imagens e validações especulares que capturam o imaginário do sujeito contemporâneo. Em diálogo com a teoria da sociedade do espetáculo de Debord e com o conceito lacaniano de gozo, a palestra demonstra como as plataformas digitais operam como dispositivos de repetição, compulsão e satisfação imediata, dificultando experiências fundamentais à formação, como o estranhamento, a alteridade, a espera e o enfrentamento do não-saber. Nesse contexto, a educação passa a disputar espaço com mecanismos algorítmicos projetados para monopolizar a atenção e produzir formas contínuas de gozo imaginário. Ao final, sustenta-se que o papel do professor permanece fundamental enquanto mediador do desejo de saber e da experiência do pensamento crítico, oferecendo ao sujeito aquilo que as redes sociais não podem fornecer plenamente: o encontro com o real, a palavra, a transferência e a possibilidade de transformação subjetiva.

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